O que me trouxe até aqui
Desde cedo, me perseguiam perguntas que o cotidiano não respondia. O que é o ser. Por que se existe. O que fazemos com a liberdade que temos, e com o peso que ela carrega.
Nietzsche, Sartre, Camus não foram leituras. Foram companhias. Dostoiévski e Kafka, territórios onde o humano aparecia em sua forma mais nua.
Ingressar na Psicologia foi um acerto de contas com esse chamado antigo. Não uma escolha profissional — uma resposta.
Hoje, encontro sentido no trabalho clínico por participar, com responsabilidade e cuidado, do processo pelo qual o outro busca compreender e sustentar o próprio sentido.


"Não escolhi a Psicologia. Ela me encontrou antes de eu, sequer, saber seu nome."
Flávio Sousa · Psicólogo Clínico · CRP 02/21.404
Sartre escreveu:
"Quando a liberdade explode na alma de um homem, os deuses perdem todo o poder sobre ele. Passa então a ser uma coisa puramente humana e só os outros homens podem matá-lo ou deixá-lo viver."
É disso que trata este trabalho. Não de eliminar o sofrimento — mas de atravessá-lo com consciência suficiente para que a liberdade, de fato, apareça.
Formação e atuação
Sou psicólogo clínico, com registro profissional CRP 02/21.404, atuando em atendimento particular individual.
Ao longo da formação e da experiência clínica, aprofundei-me em perspectivas que compreendem o sofrimento psíquico não como sintoma a ser eliminado, mas como expressão de questões fundamentais da existência humana.
Atendo online e presencialmente, em ambiente reservado, com atenção à singularidade de cada história.
Pensar é, também, um ato ético.
Não por acaso, O Pensador de Rodin — aquela figura curvada sobre si mesma, inteiramente entregue à reflexão — tornou-se uma das imagens mais reconhecíveis da cultura ocidental. Há algo de essencial nessa postura: o ser humano que para, que se dobra sobre a própria existência, que recusa a superficialidade.
É esse o espírito que orienta minha prática.
Sigilo absoluto. Escuta sem julgamento. Responsabilidade com cada história que chega até mim.
A psicoterapia, para mim, não é apenas um trabalho. É um campo de encontro com aquilo que constitui o humano em sua vulnerabilidade — e em sua potência.
Psicologia fenomenológico-existencial · Desde a experiência vivida


